Previsão de alta do Índice de Preços ao Consumidor cai para 6,4%

Os economistas ouvidos pelo Banco Central revisaram a previsão do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ao final…

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09:37 - 12/09/2022

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ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR

Os economistas ouvidos pelo Banco Central revisaram a previsão do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ao final deste ano, passando de 6,61% para 6,40%. Há um mês, a projeção era de +7,02%.

Na sexta-feira (9), dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram para uma queda de 0,36% na inflação de agosto. Com isso, o acumulado nos últimos 12 meses foi de 8,73%.

Para 2023, a projeção oscilou em queda pela quarta semana seguida, passando de 5,27% para 5,17%, de 5,38% há um mês. Para 2024, a projeção subiu de 3,43% para 3,47%, enquanto para 2025 a estimativa manteve-se em 3% pela 61ª semana.

É válido lembrar que as metas de inflação para 2022, 2023 e 2024 são de 3,50%, 3,25% e 3%, nesta ordem, conforme estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Selic

No que se refere à taxa básica de juros, a projeção para a Selic ao final deste ano se manteve em 13,75 para 12ª semana seguida. Para 2023, a previsão foi mantida em 11,25%, enquanto para 2024 e 2025, as previsões para o juro básico também foram mantidas em 8% e 7,50%, respectivamente.

PIB

Em relação às expectativas para a atividade, o mercado financeiro aumentou a previsão de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do país neste ano pela 11ª semana seguida, de 2,26% para 2,39%, de 2% há um mês.

Para 2023, a previsão de crescimento econômico subiu pela segunda semana seguida, indo de 0,47% para 0,50%, enquanto para 2024 e 2025 permaneceu em 1,80% e 2%, nesta ordem.

Dólar

A projeção para a taxa de câmbio ao final de 2022 e de 2023 se manteve em R$ 5,20 pela sétima semana seguida. Para 2024, o dólar se mantém em R$ 5,10. Para 2025, a projeção subiu de R$ 5,18 para R$ 5,20.

Balança comercial

Por fim, a previsão para o superávit da balança comercial em 2022 foi reduzida para US$ 66,92 bilhões, de US$ 68,03 bilhões uma semana antes, de acordo com o relatório de mercado Focus.

Para 2023, a estimativa de saldo comercial se manteve em de US$ 60 bilhões pela oitava semana. Para 2024, a previsão permaneceu em US$ 53 bilhões. Já para 2025, a projeção subiu de US$ 51,30 bilhões para US$ 52,05 bilhões.

Já em relação ao saldo da conta-corrente, a previsão negativa para 2022 passou de -US$ 19,10 bilhões para -US$ 25 bilhões; para 2023, a previsão passou de -US$ 30 bilhões para -US$ 30,06 bilhões; para 2024, a projeção passou de -US$ 39,70 bilhões para -US$ 39,20 bilhões, e em 2025, a previsão de saldo negativo das transações correntes passou de -US$ 39,53 bilhões para -US$ 40 bilhões.

Por fim, a previsão para o ingresso de recursos externos no âmbito do Investimento Direto no País (IDP) permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2023, a estimativa se manteve em US$ 66 bilhões. Para 2024, a projeção foi elevada a US$ 70,32 bilhões, de US$ 70 bilhões, enquanto para 2025, o IDP subiu de US$ 75 bilhões para US$ 77,50 bilhões.

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