Presidente Lula decreta intervenção nas forças de seguranças do Distrito Federal

Lula decreta intervenção federal no DF e diz que invasores serão ‘encontrados e punidos’

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18:15 - 08/01/2023

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Foto: Reprodução

O presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) decretou intervenção federal na Segurança Pública em Brasília após a invasão deste domingo, 8, e declarou que os responsáveis pelos atos vão ser punidos.

“Todas essas pessoas que fizeram isso vão ser encontradas e punidas. Eles vão perceber que a democracia garante o direito de liberdade, mas também exige as instituições que formam criadas para fortalecer a democracia” afirmou o presidente.

Na coletivo ele acrescentou que o decreto tem como objetivo cuidar da segurança do DF para que atos como esse nunca mais voltem a acontecer no Brasil.

“Essas pessoas precisam ser punidas de forma que ninguém nunca mais ouse fazer o que eles fizeram. Isso nunca tinha acontecido antes na história do país”.

Lula também nomeou Ricardo Garcia Cappelli como novo responsável pela segurança pública na capital. Cappelli é secretário-executivo do Ministério da Justiça, braço direito do ministro da Justiça Flávio Dino.

Na tarde deste, manifestantes que estavam acampados no QG do Exército, contestando o resultado das eleições de 2022, invadiram o Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal (STF) e o Palácio do Planalto e pedem a renúncia de Lula.

Lula estava no interior de São Paulo

Lula e a primeira-dama, Janja Silva, estão em visita à cidade de Araraquara, no interior de São Paulo, a convite do prefeito Edinho Silva (PT-SP), ex-ministro das Comunicações do governo Dilma. Município foi atingido por fortes chuvas ocorridas na última semana de 2022.

Os manifestantes saíram do acampamento em frente ao Quartel General do Exército, no Setor Militar Sul, por volta de 13h30, em direção à Esplanada, com cartazes de: “Forças Armadas, cumpra seu julgamento” e “Para libertar o Brasil do comunismo”. Apesar de não terem sido cadastrados junto à Secretaria de Segurança Pública, a pasta garantiu que os atos públicos seriam monitorados de maneira integrada entre as forças de segurança e outros 29 órgãos.

Fonte: Correio Braziliense e Jovem Pan

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