Operação em Caxias do Sul e Flores da Cunha apreende veículos e recupera itens furtados de empresa de Nova Prata

Durante a ação, foram apreendidos um automóvel VW Gol, utilizado no crime em Nova Prata, um caminhão plataforma Ford Cargo, supostamente usado para transportar a carga em Caxias do Sul, além de 11 celulares, 2 DVRs, 12 pneus XBRI EcoPlus sem procedência, 1 jet ski, 1 notebook e 4 placas de identificação veicular

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21:42 - 08/07/2024

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Flores da Cunha

Foto: Polícia Civil

Na última sexta-feira (5), a Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul, através da Delegacia de Polícia Civil de Nova Prata, e com apoio operacional de Delegacias da 8ª e 15ª regiões policiais, executou ordens judiciais de busca e apreensão nos municípios de Flores da Cunha e Caxias do Sul. A operação foi uma resposta ao furto ocorrido em uma empresa de transportes de Nova Prata entre os dias 27 e 28 de maio de 2024.

Na ocasião, criminosos invadiram uma empresa de transportes localizada às margens da BR-470, próximo ao pórtico sul de acesso à cidade, subtraindo 26 rodas com pneus seminovos, avaliados em cerca de R$ 5.000,00 cada, além de um veículo Ford F1000, avaliado em cerca de R$ 300.000,00. O prejuízo total foi estimado em R$ 450.000,00.

A operação, batizada de “Carga de Prata” em alusão aos itens furtados, envolveu a participação de 50 policiais civis, divididos em 13 viaturas. Foram cumpridas sete ordens judiciais de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais nas cidades de Flores da Cunha e Caxias do Sul.

Durante a ação, foram apreendidos um automóvel VW Gol, utilizado no crime em Nova Prata, um caminhão plataforma Ford Cargo, supostamente usado para transportar a carga em Caxias do Sul, além de 11 celulares, 2 DVRs, 12 pneus XBRI EcoPlus sem procedência, 1 jet ski, 1 notebook e 4 placas de identificação veicular.

Três pessoas foram levadas à sede da Polícia Civil para interrogatório, e uma pessoa foi presa em flagrante por exercício irregular de profissão ao se apresentar como advogada de um dos suspeitos sem estar regularmente inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A investigação segue em andamento, com o objetivo de identificar todos os envolvidos e recuperar os bens furtados.

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