Consórcio Integrasul vence leilão das rodovias estaduais que incluem a Serra Gaúcha

Na tarde desta quarta-feira (13), na Bolsa de Valores B3, em São Paulo, o Governo do Rio Grande do Sul…

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15:05 - 13/04/2022

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(Foto: EGR/Divulgação)

Na tarde desta quarta-feira (13), na Bolsa de Valores B3, em São Paulo, o Governo do Rio Grande do Sul bateu o martelo com relação ao leilão envolvendo cinco rodovias estaduais, entre elas, as do Bloco 3, que inclui a Serra Gaúcha.

O Consórcio Integrasul, formado pelas empresas Silva & Bertoli Empreendimentos e Participações Societárias SA e Gregor Participações Ltda, as duas do Paraná, foi a única empresa inscrita para participar do leilão. A entrega dos envelopes ocorreu na última quinta-feira e hoje, a B3 confirmou que o consórcio estava apto, validando o leilão.

A empresa ofereceu um deságio de 1,30%, que é o desconto no valor base das tarifas de pedágio. Com os valores aprovados, as tarifas devem ficar entre R$ 6,84, em Flores da Cunha, e o mais caro em R$ 9,82, em São Sebastião do Caí. Em Ipê, onde a praça ficará localizada no km 50, da ERS-122, o valor será R$ 6,88. Em Farroupilha, no km 45, também da ERS-122, o custo ficará R$ 8,49. Carlos Barbosa, no km 6, da ERS-446, a tarifa será R$ 7,84. Já em Capela de Santana, no km 30, da ERS-20, o custo será R$ 7,18. Os valores são referentes para veículos de passeio. Vale destacar que no mês de outubro, quando o contrato entrar em vigor, as tarifas serão reajustadas conforme a inflação

O bloco 3, como é conhecido o conjunto de 271,54 quilômetros de rodovias, abrange as regiões da Serra Gaúcha e do Vale do Caí.

Na proposta do Estado, as novas praças de pedágio estarão localizadas nas principais estradas da Serra. O km 11 da RS-446, entre Carlos Barbosa e São Vendelino, ganharia um dos pontos de cobrança. A RS-122 passaria a ter pedágio no km 50, entre Farroupilha e São Vendelino, e no km 132, em Ipê.

O modelo prevê também a transferência do pedágio de Portão para o km 22,5 da RS-122, em Bom Princípio. Além disso, o pedágio de Flores da Cunha, atualmente operado pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), deve ser mantido..

O contrato tem duração de 30 anos, com um investimento de R$ 3,4 bilhões.

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