Além do presidente, 27 governadores assumem neste domingo

Dezoito governadores foram reeleitos; nove assumem pela primeira vez

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18:16 - 31/12/2022

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Lula recebe Eduardo Leite nesta quarta-feira (27) para discutir ações contra enchente

(Foto: Gustavo Mansur/Palácio do Piratini/Divulgação)

Além do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, tomarão posse, neste domingo (01), todos os governadores nas 27 unidades da federação. Nas eleições ocorridas em outubro do ano passado, 18 mandatários foram reeleitos e nove assumem o cargo de governador pela primeira vez.

As cerimônias seguem ritos específicos em cada estado e no Distrito Federal e não há horário padronizado. Na Bahia, Jerônimo (PT) deve chegar à Assembleia Legislativa às 7h30min. O mesmo ocorre no Ceará, com Elmano de Freitas (PT).

Isso ocorre porque, de quatro em quatro anos, alguns governadores correm para Brasília, para comparecer à posse do presidente. A expectativa é que todos os quatro governadores eleitos pelo PT prestigiem a sessão solene no Senado que dá posse a Lula, marcada para as 15h. Aliados de outras legendas também devem comparecer, como o governador eleito da Paraíba, João Azevêdo (PSB).

Pelo cronograma do cerimonial, todas as autoridades que pretendam acompanhar presencialmente a posse presidencial devem chegar ao Congresso entre as 13h e as 14h30min.

A maioria das cerimônias de posse dos governadores, contudo, ocorre também à tarde, algumas no mesmo horário da posse de Lula, às 15h. Esse é o caso, por exemplo, de Renato Casagrande (PSB), no Espírito Santo, e Raquel Lyra (PSDB), em Pernambuco.

Já em Minas Gerais, apesar de assumir pela manhã, às 11h, o governador reeleito, Romeu Zema (Novo), declarou que não vai à posse de Lula. Durante a campanha, o mandatário mineiro manteve forte oposição ao petista.

Em Goiás, por outro lado, o governador reeleito Ronaldo Caiado não participa nem mesmo da própria posse. Ele se encontra em São Paulo, recuperando-se de uma cirurgia no coração, e deve assumir o cargo via videoconferência.

Últimas posses no dia 1º

Essa vai ser a última vez em que o presidente e os governadores eleitos ou reeleitos tomarão posse no mesmo dia, no caso o primeiro dia do ano. A partir do próximo ciclo eleitoral, o presidente da República assume o cargo em 5 de janeiro, enquanto os governadores, em 6 de janeiro.

A mudança, aprovada pelo Congresso Nacional neste ano, consta em Emenda Constitucional. Entre as justificativas, justamente a dificuldade para que governadores eleitos compareçam à posse presidencial. Outra razão para a alteração é a proximidade do Réveillon que, segundo os parlamentares, atrapalha a participação popular e o deslocamento de outros chefes de Estado a Brasília.

Confira abaixo todos os governadores que tomarão posse para um novo mandato neste domingo (1º):

– Acre – Gladson Cameli (PP) – reeleito

– Alagoas – Paulo Dantas (MDB) – reeleito

– Amapá – Clécio (Solidariedade)

– Amazonas – Wilson Lima (União Brasil) – reeleito

– Bahia – Jerônimo (PT)

– Ceará – Elmano de Freitas (PT)

– Distrito Federal – Ibaneis Rocha (MDB) – reeleito

– Espírito Santo – Renato Casagrande (PSB) – reeleito

– Goiás – Ronaldo Caiado (União Brasil) – reeleito

– Maranhão – Carlos Brandão (PSB) – reeleito

– Mato Grosso – Mauro Mendes (União Brasil) – reeleito

– Mato Grosso do Sul – Eduardo Riedel (PSDB)

– Minas Gerais – Romeu Zema (Novo) – reeleito

– Pará – Hélder Barbalho (MDB) – reeleito

– Paraíba – João Azevêdo (PSB) – reeleito

– Paraná – Ratinho Júnior (PSD) – reeleito

– Pernambuco – Raquel Lyra (PSDB)

– Piauí – Rafael Fonteles (PT)

– Rio de Janeiro – Cláudio Castro (PL) – reeleito

– Rio Grande do Norte – Fátima Bezerra (PT) – reeleita

– Rio Grande do Sul – Eduardo Leite (PSDB) – reeleito*

– Rondônia – Coronel Marcos Rocha (União Brasil) – reeleito

– Roraima – Antonio Denarium (PP) – reeleito

– Santa Catarina – Jorginho Mello (PL)

– São Paulo – Tarcísio (Republicanos)

– Sergipe – Fábio Mitidieri (PSB)

– Tocantins – Wanderlei Barbosa (Republicanos) – reeleito

*renunciou ao governo do Rio Grande do Sul em abril, mas decidiu disputar um segundo mandato

Fonte: Guaíba

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