Agosto fechará com o menor número mensal de gaúchos mortos pela covid desde o início da pandemia

Doença custou as vidas de 17 gaúchos desde o dia 1º. Auge foi em março de 2021, com 8.450 óbitos.

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21:55 - 25/08/2023

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covid

A atualização diária da Secretaria da Saúde acrescentou, nesta sexta-feira (25), 118 testes positivos à estatística do coronavírus no Rio Grande do Sul. No acumulado desde o dia 1º, são 12 gaúchos mortos por covid, número comparativamente baixo e que permite projetar um agosto com o menor número mensal de perdas humanas no Estado desde a chegada da pandemia, em março de 2020. covid

Naquele mês foram quatro óbitos, mas a doença recém começava a chegar ao Estado (o anúncio oficial foi realizado no dia 10), de forma que não entra nesse análise comparativa. Desde então, os desfechos fatais no mapa gaúcho chegam a 42.451, em meio a mais de 3,05 milhões de contágios conhecidos.

Para se ter uma ideia da retração da pandemia, o mês com maior quantidade de falecimentos causados pelo coronavírus foi março de 2021, quando sucumbiram 8.450 pacientes. Essa retração se deve principalmente ao avanço da vacinação em todo o País, contribuindo a redução da incidência de casos graves da doença.

Novo Tiradentes (Região Norte do Estado) permanece com o status de único dentre os 497 municípios gaúchos sem perdas humanas para a covid. Também não registra novos casos desde junho – o número estagnou em 577.

Dos registros de contágio conhecidos até agora em território gaúcho, em mais de 3,01 milhões o paciente já se recuperou (aproximadamente 99% do total). Outros 448 (menos de 1%) são considerados casos ativos, ou seja, a pessoa está infectada e com possibilidade de transmitir a doença para outros indivíduos.

As internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada à covid totalizam até agora 133.795 (cerca de 4% dos testes positivos realizados até o momento). O número diz respeito aos registros desde março de 2020, época das primeiras notificações de casos de coronavírus no Estado. Outros detalhes no portal covid.saude.rs.gov.br.

Vacinação

Em Porto Alegre, a Secretaria da Saúde de Porto Alegre interrompe neste fim de semana a oferta de vacinas contra covid, após quatro meses de logística especial de imunização aos sábados e domingos, no âmbito da Operação Inverno. O serviço será retomado normalmente na segunda-feira (28) em dezenas de postos da rede municipal.

– Estão disponíveis as duas doses básicas dos 6 meses em diante, bem como primeiro e segundo reforços (a partir de 12 e 18 anos, respectivamente).

– Também prossegue a aplicação do imunizante bivalente para todos que já completaram 18 anos, bem como profissionais da saúde, gestantes, puérperas e, a partir dos 12 anos, pessoas com comorbidades, deficiência permanente ou baixa imunidade.

Nos procedimentos a partir da primeira dose do esquema primário, os intervalos mínimos entre cada injeção variam de 28 dias a quatro meses. No caso dos pequenos entre 6 meses e 3 anos incompletos, são três aplicações com intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda, seguida de uma espera de oito semanas até a terceira.

Para adolescentes e adultos, em aplicações de primeira dose deve ser apresentada identidade com CPF. Não é exigido o comprovante de residência. A gurizada até 12 anos, por sua vez, não necessita de prescrição médica mas é solicitado o cartão de vacinação contra outras doenças. Mãe, pai ou responsável devem estar presentes – ou outro adulto, mediante autorização por escrito.

Depois da primeira injeção é obrigatório o cartão de controle fornecido pelo agente de saúde. Pode se dirigir aos locais indicados quem recebeu Coronavac há pelo menos 28 dias, ao passo que os contemplados com Oxford e Pfizer devem aguardar intervalo de quatro meses entre as duas “picadas”.

Já para o primeiro e segundo reforços é solicitada a mesma documentação da segunda dose do ciclo básico de imunização. O cartão de controle deve comprovar a conclusão do esquema de imunização completo (duas doses ou aplicação única da Janssen, mais a primeira injeção adicional) há pelo menos quatro meses.

Na vacina bivalente, por sua vez, a exigência é de que o indivíduo já tenha completado há pelo menos quatro meses o esquema primário (duas doses de Coronavac, Oxford e Pfizer ou dose única da Janssen) ou básico (que inclui o primeiro reforço).

 

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