O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), vinculado à Secretaria da Saúde (SES), confirmou nesta sexta-feira (4) o terceiro óbito por dengue no Rio Grande do Sul. Ocorrido em 25 de março, o caso é de um homem de 79 anos com comorbidades e morador de Alvorada.
A segunda morte por dengue confirmada havia sido de uma idosa de Cachoeira do Sul, de 83 anos e com comorbidades, ao passo que o primeiro registro de óbito tinha sido de uma mulher de Porto Alegre, de 59 anos e também com comorbidades. Neste ano, o Rio Grande do Sul já registrou 4.703 casos da doença, sendo 4.159 deles autóctones (quando o contágio ocorre dentro do próprio Estado). Em 2024, o RS registrou 208 mil casos de dengue, dos quais 172 mil foram autóctones e 281 evoluíram para o óbito.
Como a dengue e a chikungunya são transmitidas pela picada do mosquito Aedes aegypti, a SES alerta para a importância de prevenir a proliferação e a circulação do mosquito. A limpeza e a revisão de áreas internas e externas de residências ou apartamentos para eliminar objetos que contenham água parada impede o nascimento dele, interrompendo seu ciclo de vida ainda na fase aquática.
Chikungunya
Também na sexta, o Rio Grande do Sul confirmou a primeira morte por chikungunya. A prefeitura de Carazinho confirmou a morte no município do norte gaúcho. O óbito, ocorrido em março, é de um idoso, de 68 anos, com comorbidades.