Fotos: Prefeitura de Caxias do Sul/Divulgação
Fotos: Prefeitura de Caxias do Sul/Divulgação

As obras das primeiras 16 Escolas de Educação Infantil (EEIs) previstas na Parceria Público-Privada (PPP) da Educação em Caxias do Sul devem começar a partir de abril de 2026, com conclusão estimada para 2027. As informações foram apresentadas pela Prefeitura de Caxias do Sul em reunião com presidentes de bairros, realizada nesta quinta-feira (12/02) no anfiteatro da Câmara de Vereadores.

Na ocasião, foram detalhados os terrenos, as plantas das escolas e o cronograma de execução da primeira etapa da PPP, que prevê 31 unidades no total.

Cronograma e capacidade de atendimento

Nesta fase inicial, 16 escolas terão obras iniciadas ao longo de 2026, com diferentes datas e capacidade de atendimento por unidade:

Início em abril/2026

  • EEI Cruzeiro251 crianças
  • EEI Interlagos251 crianças

Início em maio/2026

  • EEI São Victor Cohab193 crianças
  • EEI Diamantino193 crianças

Início em junho/2026

  • EEI Santa Lúcia214 crianças
  • EEI Vila Verde193 crianças
  • EEI Santa Fé193 crianças

Início em julho/2026

  • EEI Nossa Senhora do Rosário193 crianças
  • EEI Desvio Rizzo305 crianças
  • EEI Esplanada291 crianças

Início em agosto/2026

  • EEI São Virgíliocapacidade não informada

Início em outubro/2026

  • EEI Jardim Eldorado193 crianças
  • EEI Bela Vista345 crianças
  • EEI Ana Rech214 crianças

Início em novembro/2026

  • EEI Santa Fé193 crianças
  • EEI Cidade Nova214 crianças

Segundo a Secretaria de Planejamento e Parcerias Estratégicas (Seplan), o cronograma foi antecipado: as escolas devem ser construídas em dois anos, e não mais em três, como previsto inicialmente. Com a antecipação, o governo municipal indicou a possibilidade de incluir mais três ou quatro escolas no pacote.

A Secretaria Municipal da Educação (SMED) informou que o dimensionamento prioriza a demanda de crianças de 0 a 3 anos e que os processos de contratação de profissionais devem ocorrer de forma a coincidir com a entrega das unidades. A administração municipal também afirmou que a ampliação da rede própria pode reduzir a necessidade de compra de vagas e atender demandas judicializadas.