Tragédia em São Paulo: Adolescente confessa assassinato da própria família

Rapaz de 16 anos disse que matou os pais porque estava com raiva. Ele contou à polícia que foi xingado de “vagabundo” na quinta-feira (16) e ficou sem acesso ao celular e a um computador que usava

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17:47 - 21/05/2024

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Foto: Divulgação

No cidade de São Paulo, uma crime chamou a atenção pela brutalidade. Um adolescente de apenas 16 anos confessou ter assassinado seu pai, mãe e irmã na zona oeste da cidade. O caso chocante despertou uma série de questionamentos sobre os motivos por trás desse ato brutal e sobre como a sociedade lida com a violência juvenil.

O Incidente

Segundo relatos das autoridades policiais, o jovem demonstrou um comportamento aparentemente “frio” ao narrar os eventos que culminaram nas mortes de seus familiares. O delegado responsável pelo caso, Roberto Afonso, descreveu o adolescente como “tranquilo” no momento da apreensão, sem demonstrar qualquer sinal de remorso pelos seus atos.

O assassinato ocorreu em etapas, com o adolescente atirando primeiro contra o pai, depois contra a irmã e, por fim, esperando a mãe chegar em casa para executá-la. A ausência de expressões de arrependimento durante o relato do crime surpreendeu as autoridades, levantando questões sobre a saúde mental do jovem e os possíveis motivos por trás de sua conduta.

Reação da Comunidade

A comunidade local ficou perplexa diante da brutalidade dos atos cometidos pelo adolescente. Vizinhos relataram não terem ouvido qualquer barulho durante o incidente, destacando a aparente normalidade que o jovem manteve nos dias seguintes aos assassinatos, frequentando locais como a academia e a padaria como se nada tivesse acontecido.

Desdobramentos e Investigação

O adolescente foi conduzido à Fundação Casa, instituição de reabilitação para menores infratores, após se espantar ao ser informado sobre sua apreensão. As investigações continuam em andamento, com os dispositivos eletrônicos do jovem sendo apreendidos para análise.

Os investigadores buscam determinar se o adolescente tinha conexões com grupos extremistas em plataformas virtuais e se comentou sobre o crime com outras pessoas, visando uma possível responsabilização de terceiros. Câmeras de segurança da residência também devem auxiliar no esclarecimento dos acontecimentos.

 

São Paulo

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