Mãe, o santuário divino

No vasto e complexo mundo da criação, a figura materna é o epicentro da congregação dos elementos necessários para dar…

Colunista
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10:43 - 09/05/2024

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No vasto e complexo mundo da criação, a figura materna é o epicentro da congregação dos elementos necessários para dar origem a vida. O surgimento de um novo ser não se dá por antagonismo, mas sim pela convergência de elementos compatíveis que se combinam e unem-se.

A associação destes inúmeros fatores, eclodem das forças naturais. O eletromagnetismo feminino atrai exatamente aquele ser apto para o laço familiar evolutivo. Semelhante a uma turbina de geração energética, magnetizando de forma seletiva a fisiologia e a paragenética, resultando em uma herança de si mesmo. Isso decorre do acúmulo de experiências, aprendizados e tendências capazes de influenciar a manifestação de uma nova consciência, emergindo assim uma nova vida física e intrafísica.

Em outras palavras, o ventre materno é como um santuário, onde as correntes espirituais atuam. Ali é formado um refúgio, um abrigo sob as asas da proteção Divina. Com esse ambiente acolhedor, as linhas do destino se incorporam com as fibras da alma, iniciando a transformação da existência.

Neste sagrado convívio, somos envolvidos por um amor que transcende os limites do tempo e do espaço, uma essência que nos guia e nos protege em todas as etapas da vida. Como seres luminescentes, refletimos a luz materna, assimilando os ensinamentos sublimes que moldam nossos caminhos.

Assim, reiniciamos a jornada que nos levará a “habitar no esconderijo do Altíssimo”, encontrando a segurança necessária nos braços Celestiais. Em uma dança eterna de amor e gratidão, pais e filhos se unem, entrelaçando os fios dourados do destino em uma harmonia que ecoa através dos tempos.

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