Juízos condutores

Em nosso íntimo, habitam três juízos que constantemente se confrontam: o Juízo Instigador, o Juízo Contenedor e o Juízo Moderador….

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14:48 - 30/10/2023

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Em nosso íntimo, habitam três juízos que constantemente se confrontam: o Juízo Instigador, o Juízo Contenedor e o Juízo Moderador. Essas vozes internas nos guiam e influenciam nossas ações, trazendo consigo dilemas e conflitos que moldam nossa tomada de decisão.

O Juízo Instigador é a voz que nos impulsiona a agir, a buscar novas experiências e a enfrentar desafios. É ele que desperta nossa curiosidade, nossa vontade de explorar o desconhecido. Esse juízo nos motiva a sair da zona de conforto, a alcançar crescimento pessoal e a enfrentar os obstáculos que surgem em nosso caminho.

Por outro lado, temos o Juízo Contenedor, que busca frear nossos impulsos e nos manter dentro de limites aceitáveis. É essa voz que nos alerta sobre os possíveis riscos e consequências negativas de nossas ações. Ele nos faz refletir sobre as possíveis consequências de nossas escolhas e objetiva preservar nossa segurança e bem-estar.

Entre esses dois juízos, surge o terceiro: o Juízo Moderador. Ele busca conciliar as vozes do Juízo Instigador e do Juízo Contenedor, provocando uma moderação entre agir e não agir. Esse juízo nos faz considerar as vantagens e desvantagens de cada decisão, levando em conta as circunstâncias do momento. Parece estar ligado a uma orientação Celestial.

O conflito entre esses juízos é inevitável e faz parte da natureza humana. Cada situação que enfrentamos exige uma análise cuidadosa dessas vozes internas, pois cada uma delas traz consigo perspectivas diferentes. O desafio está em encontrar o ponto de estabilidade entre a busca por novos horizontes e a preservação de nossa segurança e bem-estar.

É importante lembrar que cada pessoa possui uma configuração interna única. Alguns podem ter um Juízo Instigador mais forte, enquanto outros podem ser mais influenciados pelo Juízo Contenedor. Essa diversidade de perspectivas é o que enriquece nossas interações sociais e nos permite aprender com as experiências uns dos outros.

Em última análise, ao abraçar essas vozes internas e integrá-las de forma harmoniosa, podemos trilhar um caminho mais autêntico e significativo em nossas vidas, encontrando o equilíbrio entre ação e cautela, entre coragem e prudência, resultando em decisões mais conscientes e alinhadas com nossos valores e objetivos.

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