Mãe: genética e espiritismo

Segundo as leis reprodutivas, representadas pela genética e a biologia, nossos pais contribuem com o material hereditário, pelo qual o…

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16:46 - 03/09/2018

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Segundo as leis reprodutivas, representadas pela genética e a biologia, nossos pais contribuem com o material hereditário, pelo qual o processo do renascimento tem seu marco inicial. No entanto, há condições determinantes que precedem estas leis materiais, representada principalmente, pelas condições espirituais e programações que melhor condizem com o grau evolutivo ou cármico do indivíduo que chegará.

A célula principal deste magnetismo, por assim dizer, conhecemos fraternamente como Mãe. Em análise mais apurada, percebemos que não ficamos conectados somente ao seu ventre, mas diretamente às raízes de sua alma, conforme as semelhanças que conduziram a esta união. Após o nascimento, a conexão continua, sendo recolhidos e repassados os roteiros das inclinações e condutas que nortearão nossa existência, num processo primário de aprendizado.

O amor materno empreendido é o condutor do exemplo a ser seguido, retribuindo com intensidade repetitiva o ensinamento adquirido de quem nos ama. Via de regra, a criança retrata psicologicamente aquela pessoa que lhe deu o veículo físico, ajustando-se as ondas mentais que lhes são próprias. Razão daquele fenômeno muito comum, onde a mãe percebe com antecedência e distância, perigo iminente ou dor que está sujeita a célula-filho.

Nos primórdios da infância, ainda sem adquirir o momento da razão, continua seguindo o modelo-mãe e a imita. Somente no estágio que segue o raciocínio, passa aos poucos a desenvolver caminhos próprios, mas sem esquecer o valoroso exemplo transmitido. Aos poucos os desafios vão se seguindo, novos obstáculos, até que a vida lhe apresente novas perspectivas e horizontes, da mesma forma que muitos afirmam: “Tenho esta religião porque esta era a dos meus pais”.

Vai assim, formando-se a instituição familiar, quando então percebemos que é chegada à hora de repassarmos aqueles sublimes ensinamentos maternos. Agora sim, representados por quem nos tornamos, numa simbiose evolutiva de pais e filhos e filhos e pais.

Lembrando sempre: “Honra teu pai e tua mãe, a fim de que tenhas vida longa na terra que o Senhor, o teu Deus, te dá”. Êxodo 20:12

Escrito em, 11/05/2018, por Mauro Falcão – [email protected]

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