MANIFESTAÇÃO

Saiba como será a mobilização da Greve Geral nesta sexta-feira em Caxias do Sul

RICARDO GATELLI -     
10
4353

A Greve Geral marcada para a sexta-feira (14), vai gerar impactos, principalmente, nas rodovias e escolas de Caxias do Sul. O ato é convocado por todas centrais sindicais do Brasil e deve acontecer em todo território nacional.

Em Caxias do Sul, estão previstos dois grandes atos na Praça Dante Alghieri, na parte da manhã haverá concentração a partir das 10h e no período da tarde a manifestação está marcada para às 16h30min.

A princípio, de acordo com assessoria de imprensa da Viação Santa Tereza (Visate), não estão previstos bloqueios na saída dos veículos na garagem da empresa no bairro Esplanada.

O secretário geral do Sindicato dos Rodoviários de Caxias, Jorge Luiz Lima, confirma que a orientação do sindicato é “não ir em frente às empresas e somente fazer bloqueios em rodovias”.

Ainda de acordo com o sindicato, estão previstas barreiras das 5h30min às 10h na BR-116, na Rota do Sol e na RSC-453. Após o termino dos bloqueios será realizado um ato contra a Reforma da Previdência, na Praça Dante Alighieri.

A movimentação do Sindicato dos Servidores Públicos (Sindiserv) deve começar as 8h30min em frente à prefeitura, com concentração de servidores. Após, está prevista uma caminhada até a Praça Dante Alghieri para participar do grande ato às 10h.

De acordo com a presidente do Sindeserv, Silvana Pirolli, cerca de 60 escolas municipais vão paralisar as atividades, mas sem prejuízo na conclusão do ano letivo, visto que já foi definida uma data para recuperar o dia e os responsáveis pelos estudantes foram informados. Os serviços essenciais não vão ser prejudicados, as Unidades Básicas de Saúde vão estar abertas.

A presidente ainda comenta que “a adesão de servidores é muito positiva, pois a Reforma da Previdência vai retirar direitos de todos. Também vamos às ruas para tentar impedir o corte de recursos para a educação, principalmente na área infantil de Caxias do Sul, que sofre com problemas de estruturas precárias e falta de profissionais.”

Conforme o diretor geral do 1º núcleo do Cpers, David Orsi Carnizella, 16 escolas estaduais vão paralisar totalmente as atividades e dez de forma parcial. O Cpers ainda realiza o levantamento, mas a expectativa é que hajam mais adesões.

Escolas totalmente paralisadas:

  • Abramo Randon
  • Cristóvão de Mendoza
  • Dario Granja
  • Hercília Petry
  • Helen Keller
  • Emílio Meyer
  • Irmão Guerini
  • Ivanyr Marchio
  • José Generosi
  • Apolinário
  • EETCS
  • João Pratavieira
  • Maguary
  • Avelino Boff
  • Imigrante
  • Evaristo de Antoni

Paralisação parcial:

  • Assis Mariani
  • Aristides Germani
  • Pena de Moraes
  • João Triches
  • Maria Araci
  • Melvin Jones
  • Presidente Vargas
  • Província de Mendoza
  • Ensino Médio Galópolis
  • São Virgílio

10 COMMENTS

  1. Sendo convocado pelas “centrais sindicais” muito conveniente, essa cambada de vagabundo cada vez me dá mais nojo, usando os alunos que infelismente são um bando de idiotas úteis, pra fazer suas badernas. Lixos, NÃO PASSAM DE ESCÓRIA!

  2. Trabalhador vai trabalhar para pagar suas contas e ter seu salário , quem vai fazer greve é quem tem o rabo preso e vai perder seus previlégios , votamos em BOLSONARO para fazer mudanças !
    ISSO NÃO É GREVE , É IMPEDIR QUE TRABALHADORES TRABALHEM !!!!!!

  3. “Impedir trabalhadores de trabalharem” Que piada. Impedir trabalhadores de se aposentarem com um mínimo de dignidade, que tal? Cortar direitos de quem menos tem…

  4. Pelo que sei, ninguém está impedido de trabalhar. Os ônibus estão funcionando. Os vagabundos é que darão desculpas esfarrapadas.

  5. Eles nao mexer nos nosso bolso eles vao mexer naquele que ganha 30mil de aposentadoria vao reduzir para 5mil para eles receber

LEAVE A REPLY