Programa Compre Legal é lançado em Farroupilha

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Com o objetivo de coibir o comércio ilegal no município, a Prefeitura de Farroupilha em parceria com a Câmara da Indústria, Comércio, Serviços e Agronegócio (CICS), a Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), o Sindicato do Comércio Varejista (Sindilojas) e o Sindicato do Comercio Varejista de Gêneros Alimentícios (Sindigêneros) lançaram na manhã desta quarta-feira (10), o programa Compre Legal. A campanha tem por objetivo conscientizar e estimular a população a comprar em estabelecimentos regularizados.

Projeto é realizado através da Prefeitura em parceria com as entidades (Foto: Renata Parizotto/Divulgação)

Conforme o prefeito Claiton Gonçalves, a ideia do projeto é priorizar a compra em estabelecimentos regularizados, contribuindo assim para economia do município. “Estamos promovendo um conjunto de regramento em nome da economia local. Estamos priorizando com essa campanha, o comercio que está totalmente regularizado, que gera emprego, que paga seu tributos, que tem alvarás, que trás retorno para o município”, salienta.

Para o presidente do Sindilojas, Sérgio Rossi, o projeto é de suma importância para o município e valoriza os comerciantes que estão regularizados.”É um excelente programa que a prefeitura juntamente com as entidades está desenvolvendo, entendo que isso é uma maneira de preservar os comerciantes já estabelecidos, que investiram no seu negocio ou pagam altos alugueis. E a campanha serve também para conscientizar a população comprar no comércio legal”, enfatiza.

O projeto já está em funcionamento por meio das fiscalizações e nos próximos dias, a população receberá mais orientações sobre como agir e ajudar, através de redes sociais e outros meios de divulgação.

É importante lembrar que não são considerados ambulantes, os comerciantes que atuam com Alvará de Referência e Contato. Esse documento é liberado pelo poder público apenas para empresas que tem suas atividades exercidas fora do endereço da sede. A modalidade é permitida desde não tenha estoque, nem fluxo de pessoal no local, em atividades de serviço e no caso de MEIs, também para atividades de comércio.

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