Os vencedores perfilaram para a foto oficial. Cr[edito Gerson Lenhard
A superação da cadeia supermercadista em relação à tragédia de maio de 2024 foi a tônica da noite de premiação da Agas. Os prêmios são atribuídos aos supermercados de acordo com categorias de faturamento e espelha o desempenho registrado no ano passado.
A noite demonstrou como o setor contribuiu para a recuperação econômica do Estado e para seu desenvolvimento. Em 2024, o faturamento dos supermercados gaúchos alcançou a cifra histórica de R$ 75 bilhões – perfazendo quase 9% do PIB do Rio Grande do Sul. Na observação dos dirigentes da entidade, muitos foram os parceiros que estiveram com a Agas para chegar a essa conquista, além dos supermercados, o governo do Estado e o agronegócio estão nessa lista.
A resiliência do setor foi mais importante do que sempre no incomum ano de 2024ncontra como força motriz está em servir com excelência – mesmo em anos incomuns como o de 2024, estigmatizado como o da maior catástrofe climática do Rio Grande do Sul. A solenidade ocorreu na noite de 08 de abril, na Sogipa, em Porto Alegre.
Desta forma, além de premiar aqueles que mais cresceram em faturamento, o Ranking Agas também notabilizou a resistência de mais de 380 supermercados que, atingidos pelas águas, protagonizaram inspiradores cases de superação.
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“Parabéns a estes trabalhadores e empresários que deram uma lição de fé, força e trabalho na reconstrução de suas vidas e seus negócios. Vocês são os verdadeiros vencedores e heróis desta noite, são os campeões de 2024”
enalteceu o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antônio Cesa Longo.
Outra questão importante mencionada na noite é o trabalho em conjunto com o governo num projeto de isenção de alguns produtos essenciais da cesta básica, bem como da perda de arrecadação referente a esses itens.
“Quero fazer um agradecimento ao setor supermercadista gaúcho pelo apoio e pela solidariedade no enfrentamento de tudo aquilo que passamos. Essa mesma cooperação também precisa estar presente nas ações conjuntas do setor público e da iniciativa privada, é através da cooperação, da construção de pontes, que nós vamos construir um Rio Grande melhor. É assim também que vamos fazer com que esse setor siga contribuindo com o desenvolvimento econômico e social do Estado”,
disse o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo, no ato representando o governador Eduardo Leite.
A construção dessas relações, fruto da credibilidade sedimentada ao longo dos anos pela entidade, está pautada no diálogo franco e propositivo e na união da classe que traz avanços para a sociedade.
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“A Agas não é uma entidade política, não é a figura do presidente. A Agas somos todos nós”
lembrou Longo, citando diversos nomes de empreendedores do ramo. Ele também abriu espaço para falar das relações francas dentro da própria organização, trazendo à tona o histórico processo eleitoral ocorrido em fevereiro, quando as duas chapas concorrentes terminaram empatadas, fato inédito até então.
“Buscamos que o trilho em que centenas de grandes lideranças conduziram a nossa associação a um lugar de vanguarda entre as entidades de classe de diferentes segmentos seja mantido. A Agas seguirá forte e unida, estejam seguros”,
garantiu Longo, presidente da entidade desde 2002 e que permanece à frente da gestão até a ExpoAgas, em agosto, quando assumirá Lindonor Peruzzo Jr.
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Com motivos para celebrar, a Agas realizou uma série de homenagens destacando personalidades e empreendimentos, cujas atuações refletem o espírito inovador e promotor do desenvolvimento, durante a apresentação do Ranking Agas. Na lista de reconhecimentos, uma novidade, o Troféu Moysés Michelon, entregue ao empreendedor Zildo De Marchi.
O momento simbolizou uma ocasião histórica, ocorrida há mais de 40 anos na mesma Sogipa, local que recebeu a primeira edição da ExpoAgas, idealizada por Michelon. O empresário de Bento Gonçalves (in memoriam), referência na Massas e Biscoitos Isabela – hoje M. Dias Branco –, admirado por sua visão para os negócios, foi um símbolo da união comunitária do município na realização da primeira Festa Nacional do Vinho (Fenavinho), evento do qual foi presidente, em 1967. Prestes a completar 100 anos em outubro, De Marchi reúne os predicados dos grandes líderes que transformam os empreendimentos em marcas inesquecíveis, como a Uniagro, da qual foi fundador, e a Lacesa, empresa que comandou, precursora na comercialização de iogurtes nos supermercados gaúchos.
Para Longo, as homenagens às empresas supermercadistas simbolizam, também, um agraciamento a todos mercados e ao povo gaúcho.
“Todos são merecedores de nosso respeito e admiração, uma vez que são companhias e personalidades que superam o trivial e fazem a diferença em suas áreas de atuação. Se 2024 foi o ano da superação, 2025 será o ano do respeito e da união. O setor supermercadista precisa disso, e o Ranking Agas é um marco desta construção”,
disse Longo.
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