

Após reunidas todas as provas, o laudo realizado pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) apontou que o projétil que matou o funcionário do supermercado Henrique dos Santos Muniz, 18, foi desferido da arma de fogo calibre 32, que era portada por Mario.
Na ocasião, Mario e um adolescente invadiram o estabelecimento comercial e anunciaram o assalto, ordenando que os clientes e funcionários deitassem no chão. Um Sargento da reserva da Brigada Militar, que estava no local, reagiu e houve troca de tiros. Durante os disparos, Henrique foi atingido e não resistiu aos ferimentos. Havia dúvidas sobre qual arma originou o tiro, mas o Sargento portava uma arma de calibre 38, enquanto Mario, que segue recolhido na Penitenciária Industrial de Caxias do Sul (PICS), portava uma de calibre 32.