Foto: José Cruz / Agência Brasil
Na última semana, diversas cidades do Brasil começaram a aplicação da vacina contra Covid-19 para crianças com idades entre três e quatro anos. Mesmo com a defesa da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, a adesão ao imunizante ainda é baixa.
Dessa forma, em entrevista a Rádio AGERT, o médio e integrante do Comitê de Infectologia da Sociedade de Pediatria do estado, Juarez Cunha, falou sobre a importância da vacinação. Segundo ele, é preciso lembrar que a doença também acomete as crianças, independente da faixa etária. Sendo é necessário optar pela proteção, neste caso, o imunizante.
“Essa é uma boa possibilidade de protegermos esse grupo dos três a quatro anos, em especial para as formas mais graves da doença. Então, nós estamos em diferentes momentos, nas diferentes cidades do estado e, mesmo do país, porque ainda não estão totalmente disponíveis estoques para vacinar. Mas, a recomendação nossa é que sim, essa vacina CoronaVac, que foi licenciada pela Anvisa após análise de segurança e eficácia, é uma vacina que deve ser estimulada à aplicação das crianças”.
Para este público, o imunizante que está sendo aplicado é o da CoronaVac, em duas doses com intervalos de 28 dias. E, o médico ainda salientou que trata-se da mesma vacina aplicada em outros públicos, como adolescentes, adultos e idosos.
“Os dados que a gente tem, de utilização dela em outros países que já vem recomendando o uso, é de vacinas que são muitos seguras, é muito raro acontecer eventos adversos mais importantes, a imensa maioria dos eventos adversos são leves, dores no local, ficar inchado, vermelho, eventualmente uma febre”
Juarez Cunha lembrou que a recomendação da Sociedade de Pediatria se dá, também, pelo fato das flexibilizações que vem acontecendo no estado. Portanto, para ele:
“Sim, os pais devem utilizar essa possibilidade de proteção. Atualmente, a gente considera a Covid como uma doença imunoprevenível, significa que a gente tem vacina segura, tem vacina eficaz que deve ser aplicada. Então, o que sabemos é que a eficácia dela, em especial nas formas graves e óbitos é uma eficácia bastante importante”.
Ao mesmo tempo, o médico comentou que até agora a adesão ao imunizantes para as crianças tem sido baixa. Não somente contra a Covid-19, mas, também, da influenza.
Crédito da entrevista: Rádio AGERT
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