Fotos: Cristiano Lemos / Grupo RSCOM
O caso de cárcere privado, registrado em Farroupilha na manhã desta terça-feira (21), em um apartamento localizado na Rua Itacir Raimundo Zatti, no bairro Primeiro de Maio, foi motivado por investimentos em criptomoedas. A informação foi confirmada pelo subcomandante do 36 º Batalhão da Polícia Militar, major Giovani Gomes.
Conforme ele, a ocorrência teve início ainda às 21h da segunda-feira (20), quando a polícia de Farroupilha, foi avisada pela Polícia Civil de São Paulo, que duas mulheres estariam sendo mantidas reféns no endereço, após terem sido levadas a força da capital paulista para a Serra Gaúcha.
O motivo seria o investimento feito no mercado de criptomoedas pelas duas. Os moradores de Farroupilha, duas mulheres e um homem, estariam forçando as duas a realizar os investimentos na bolsa de valores para que eles obtestem lucros em cima dos negócios.
Ainda durante a noite foi feito o cerco ao apartamento e acionado o Batalhão de Operações Especiais (BOPE), de Porto Alegre. Durante a manhã, por volta das 8h30min, após intensa negociação, houve a invasão ao apartamento e a liberação das duas mulheres.
Dentro do apartamento ainda estavam duas crianças, um menino e uma menina, de 3 e 4 anos, que seriam filhos de uma das mulheres presas. Os três foram detidos e encaminhados para a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento. As crianças serão encaminhadas para o Conselho Tutelar.
As duas vítimas foram resgatadas sem ferimentos.
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