ETE do Barracão começa a tomar forma

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ETE terá capacidade de tratar 40 litros de esgoto por segundo

Membros do Conselho Municipal do Meio Ambiente, vereadores, secretários municipais e o prefeito Guilherme Pasin visitaram na manhã desta quinta-feira as obras da Estação de Tratamento de Esgoto que está sendo construída no Barracão ao largo da RST 444.

A obra é da Corsan e está avaliada em R$ 30 milhões. Quem dirigiu a visita e explanou sobre as vantagens da ETE foi o gestor da Corsan no município, Marciano Dal Pizzol. Ele projeta que o início do tratamento do esgoto se dará em meados de 2019, reconhecendo o atraso, já que a ETE havia sido prevista para 2014 e atribuindo este lapso a questões de ordem burocrática.

Segundo Marciano Dal Pizzol, da Corsan, a água a ser devolvida ao meio ambiente estará melhor do que a que já está nos mananciais

Os equipamentos da Estação são pré-fabricados e de rápida instalação. A empresa responsável pelos equipamentos e execução da obra é de Capinzal, Santa Catarina.

Nos próximos dias a Corsan deve assinar o início dos trabalhos das etapas finais da obra, que incluem a instalação dos emissários. São duas redes de aproximadamente um quilômetro cada uma, com canos de 400 e 500 milímetros.. Estes emissários serão os canais de condução da água já tratada de vota à natureza. Os resíduos resultantes do tratamento devem ser recolhidos por empresa contratada para que recebam destinação adequada.

Também duas estações elevatórias para conduzir o esgoto até o Barracão estarão sendo executadas, uma no bairro Santo Antão e outra no São Rafael.

A capacidade de tratamento da Estação é de 40 litros por segundo e o esgoto tratado será da parte sul da cidade, absorvendo a bacia dos bairros Santo Antão, Sã Rafael, Santa Marta e Santa Helena. Na ocasião o prefeito Guilherme Pasin anunciou que já está aprovada pela Agergs e com a concordância da Corsan o projeto da segunda ETE de Bento Gonçalves. Esta vai tratar o esgoto da Bacia do Rio Buratti, recolhendo os resíduos do Centro da cidade e bairros adjacentes. Neste caso há um modelo novo que vai utilizar parte da rede de esgoto pluvial já instalado de forma que se evitará a abertura de ruas e com isto os transtornos daí resultantes.

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