Edelvânia passa mal e opta por não responder mais nenhum questionamento

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O depoimento da terceira acusada do assassinato do menino Bernardo, Edelvânia Wirganovicz, foi interrompido no começo da tarde desta quinta-feira (14). A ré passou mal e precisou ser atendida no momento em que os promotores iriam iniciar os questionamentos no Fórum de Três Passos. Edelvânia retornou à sessão no início da tarde desta quinta-feira (14), mas optou por não mais nenhum questionamento.

Edelvânia chorou por grande parte do depoimento e contrariou algumas falas de Graciele Ugulini, que prestou depoimento antes dela. Ela disse que Graciele “deu um punhado de remédios para Bernardo”. Contrariando o que Graciele havia dito “que os remédios haviam sumido da cartela”.

Disse ainda que foi coagida pela Polícia Civil. “A delegada me coagiu. Ela só deixou a arma em cima da mesa e botou a câmera para filmar”, disse Edelvânia. “Não deixou eu chamar advogado nenhum”, acrescentou.

No depoimento, Edelvânia relatou que Graciele disse não se dar bem com Bernardo e que teria um amante, chamado de Rodrigo, que seria de Frederico Westphalen. Em outro momento de sua fala, Edelvânia absolveu o irmão, Evandro, de qualquer envolvimento com o crime. “Eu trabalhei na lavoura até os 17 anos, eu tenho força. Eu cavei aquela cova. Se for necessário puxo a minha cadeia e a dele juntas”, disse a acusada.

Antes de Edelvânia, a madrasta, Graciele Ugulini, prestou depoimento. Ela isentou a culpa de Leandro Boldrini. “Ele não tem nada haver com o aconteceu”, afirmou e completou dizendo que, “devo desculpas a Leandro por todo ocorrido”. Em meio ao depoimento, Graciele ainda afirmou, “eu quero que todos entendam que tudo não passou de um acidente”.

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