Blade Runner 2049 é a estreia principal dessa semana

SANI CHIAVENATO -     
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São 2 horas e 43 minutos de filme: “Blade Runner 2049” tem muito tempo para reverenciar o clássico da ficção científica escrito por Philip K. Dick e filmado por Ridley Scott (“Blade Runner”, de 1982).

Todo esse respeito rende um bom filme. A lentidão para contar a história, a beleza dos cenários e a rivalidade de humanos x replicantes (androides quase humanos criados para serem escravos) estão todas lá… Tudo ao som da trilha do alemão Hans Zimmer, que atualiza a de Vangelis. Até o que podia dar errado vai bem. Jared Leto, 45 anos, é um vilão cego sem chiliques. Harrison Ford, 75 anos, dá conta mesmo não largando o osso dos filmes de ação.

Na nova história, o policial K (Ryan Gosling, 36 anos, com cara de “e daí?” perfeita para o papel) tem uma missão da qual depende uma coisa aí, chamada futuro da humanidade. Ele descobre um segredo que pode afetar a vida de bilhões de humanos e androides, 30 anos após o primeiro filme. A boa conexão entre as tramas deve muito ao roteirista Hampton Fancher, o mesmo do original. Para evitar spoilers, o que você tem que saber é que K tem que investigar algumas pessoas, entre eles um tal Rick Deckard (Ford), ex-policial caçador de androides sumido desde o primeiro filme. No mais, tudo o que você leu por aí é raso perto da discussão que o filme propõe. Dos 40 principais jornais, revistas e portais, só Vox, “New York Mag” e “Time” falaram mal. Assista!

Fonte: G1 / Foto: Reprodução Internet

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